A substituição do simples faturamento muda a forma como as empresas emitem notas fiscais nas vendas com entrega futura. Com a reforma tributária, a nota de simples faturamento deixa de ser usada e dá lugar a uma nota fiscal de débito, que já recebe a incidência do IBS e da CBS. Este artigo mostra como o processo funciona hoje, como ele passa a funcionar e o que os contadores precisam estudar desde já.
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Como funciona a substituição do simples faturamento na reforma tributária
Hoje, a empresa emite a nota de simples faturamento com o CFOP 5922. O cliente paga e, quando a mercadoria vai circular, a empresa emite a nota fiscal de remessa, geralmente com o CFOP 5116 ou 5117. Com a reforma tributária, esse modelo deixa de existir, e o vídeo chama isso de “morte da venda futura”. No lugar, entra a nota fiscal de débito, que antecipa o pagamento e já recebe a incidência do IBS e da CBS.
No vídeo abaixo, nosso mentor do setor fiscal, Halssil Jr, discute as principais alterações que a reforma traz, especialmente no que diz respeito ao simples faturamento. O vídeo é uma fonte valiosa de informações práticas que podem auxiliar contadores e empresários a se adaptarem às novas regras. Confira o vídeo completo abaixo divulgado no canal ofical da Makro no Youtube.
Nota fiscal de débito e nota de remessa: como funcionam juntas
Depois da nota fiscal de débito, a empresa emite a nota fiscal de remessa para a mercadoria circular. Essa nota leva a chave da nota de débito vinculada, e assim uma nota anula a outra. É esse vínculo que conecta a substituição do simples faturamento ao novo fluxo de emissão.
Outras mudanças da reforma tributária: o exemplo da venda de veículos
A substituição do simples faturamento é apenas um exemplo, porque a reforma traz várias outras modificações. Na venda de veículos, a tributação de PIS, COFINS, imposto de renda e contribuição social incide hoje sobre o lucro. No ICMS, cada estado define o próprio cálculo, e Minas Gerais, por exemplo, aplica uma redução da base de cálculo. Esse modelo muda, e a empresa passa a contar com um crédito presumido na entrada para fazer o abatimento.
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Estudo e especialização: o que muda para o contador
Com tantas mudanças, quem não estiver estudando fica para trás. A contabilidade está cada vez mais consultiva, e os contadores nichados em ramos específicos podem ter vantagem no mercado, porque estudam apenas as regras daquele segmento. Já quem atende todos os tipos de empresa tem muito mais a estudar. Por isso, o vídeo reforça que os estudos precisam começar o quanto antes, porque o tempo corre contra o contador.
Conclusão
A substituição do simples faturamento mostra o tamanho da mudança que a reforma tributária traz para a rotina fiscal. Assim, a nota fiscal de débito antecipa o pagamento, já com IBS e CBS, e a nota de remessa vinculada à chave dessa nota fecha o processo. Como a venda futura é só uma das várias modificações, o estudo precisa começar desde já, e o contador que se especializa em um nicho pode sair na frente.
Para acompanhar esse ritmo, o contador também precisa de um sistema que se atualize. O Sistema Makro é completo, 100% web e integra todos os departamentos do escritório em um só lugar. A Makro atualiza o sistema de forma constante para atender às exigências da reforma tributária, e os escritórios acompanham cada novidade na mesma plataforma, sem trabalhar com ferramentas separadas.
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Perguntas frequentes
A principal mudança é a substituição da emissão de notas fiscais de simples faturamento por uma nota fiscal de débito, que antecipa o pagamento dos tributos, seguida pela nota fiscal de remessa.
A tributação sobre a venda de veículos passará a incluir um crédito presumido na entrada, alterando a forma de cálculo dos tributos, como o ICMS.
A especialização permitirá que contadores aprofundem seus conhecimentos em áreas específicas, oferecendo um serviço consultivo mais eficiente e competitivo diante das mudanças constantes no sistema tributário.
Gi, Gestora Inteligente