Afinal de contas, o que é a sigla DFC?

Em muitos textos, sempre falamos que é até cansativo o tanto de siglas que o profissional da contabilidade precisa lidar. Se formos pensar bem, qual profissional tem tantas obrigações de decorar tantas abreviações quanto o contador? É, você está aí pensando numa outra profissão, mas vai ser bem difícil encontrar essa resposta.

E quando dedicamos um artigo inteiro para falar somente sobre uma, de certo modo dá uma tranquilizada, pois não vai ser aquele texto cansativo, cheio de siglas e difícil de entender. Preparado? Então bora lá!

Com certeza você já ouviu falar muito do DFC (olha a sigla aí!). DFC é a abreviação de Demonstração do Fluxo de Caixa, e basicamente é um relatório que mostra a movimentação do caixa da empresa e quais foram os resultados obtidos através desse fluxo.

Esse demonstrativo é importante para entender e analisar a capacidade de uma empresa de gerar capital em um determinado período, detalhando a origem dos recursos e como eles foram aplicados.

Ah, e é bom lembrar que a ela da DFC é obrigatória para diversas empresas uma vez ano ano, como as as sociedades de capital aberto ou com patrimônio líquido superior a R$ 2 milhões e para as Pequenas e Médias Empresas (PMEs).

É através dessa elaboração que, por meio de auditorias, é possível entender mais sobre a saúde financeira da empresa, buscando erros e possíveis fraudes contábeis.

REGRAS

As elaboração da DFC deve ser estruturada em torno de três atividades: operacionais, de investimentos e de financiamentos. Vamos destrinchar!

OPERACIONAIS

Envolvem todos os fluxos decorrentes da produção e da entrega de bens e serviços pela empresa, reunindo do balanço patrimonial. São as transações ligadas às receitas, custos e despesas, os pagamentos a vista, as contas a receber ou a pagar de transações a prazo, o pagamento de impostos, o pagamento de fornecedores, dentre outros itens.

INVESTIMENTOS

Essas atividades correspondem ao uso de suas sobras de caixa em aplicações para benefícios futuros, como compra e venda relacionadas com o ativo não circulante do balanço patrimonial.

FINANCIAMENTO

São aquelas em que a empresa toma recursos emprestados de terceiros ou de seus proprietários, devido a uma escassez de caixa. São exemplos empréstimos, aumentos de capital, a emissão de novas ações e a recompra de papéis, dentre outros.

MÉTODOS DE ELABORAÇÃO DA DFC

Existem dois métodos para a elaboração de uma DFC: o direto e o indireto.

DIRETO

Nessa modalidade, as atividades operacionais são elaboradas com recebimentos de clientes, pagamentos de fornecedores e despesas. São as entradas e saídas brutas de recursos.

INDIRETO

Pelo método indireto, a elaboração das atividades operacionais é feita por meio do ajuste do lucro líquido e considerando as variações das contas patrimoniais.

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